quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Corinthians x Millonarios

O atletas do Corinthians TÊM O DEVER de entrar em campo com sangue nos zóio! Cara fechada, sem gracejos à imprensa... mal falando com ela, aliás. 
Ao apito do árbitro, deverão partir como um ROLO COMPRESSOR sobre os colombianos, impondo sua ABISMAL diferença técnica (afinal, temos o melhor elenco das Américas). 
E nada de tirar o pé após abrir o marcador: daqui até o final desse torneiozinho, se der para meter 5, temos de meter 5; se der para fazer 6, temos de fazer 6; se couberem 7, que sejam 7. Vencer não basta: é preciso massacrar.

Conquistar o bi desta merda, oferecer o título à torcida, o cheque à família do menino e deixar a porra do troféu mofando ao lado dos representantes da Conmebol - que passarão longos minutos com cara de tacho no gramado do Pacaembu, até, finalmente, perceberem que o time não retornará dos vestiários para receber as "honras" de campeão.

Uma postura do tipo "enfia essa @#%+*  no meio do seu #$, bando de $%@#*&!"

É isso o que espero do Corinthians na seqüência da Libertadores 2013. Nada menos.

VAI CORINTHIANS!!

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Soem as Cornetas + Pato + Zica + etc

O sistema defensivo do Corinthians sofre sua pior crise desde a era pré-Mano Menezes (excetuando, evidentemente, a curta e desastrada passagem de Adilson Batista pelo Timão, que fazemos questão de esquecer). 
Em 2013, o time já sofreu 10 gols em 10 partidas disputadas - média que sobe para dois tentos por jogo se considerarmos apenas os últimos 3 válidos pelo Campeonato Paulista, mesmo tendo sido disputados contra adversários inegavelmente mais frágeis (sorry, porcada, mas contra fatos não há romantismos).
Cássio voltou de lesão ainda muito aquém daquela muralha com a qual nos acostumamos ano passado. Alessandro e Fábio Santos, se morressem hoje, deveriam se tornar nomes de avenidas. Paulo André parece jogar vestindo uma calça jeans molhada e Gil, embora aos poucos vá se firmando, me lembra muito o também estabanado e inseguro Ebert William Amâncio - vade-retro!!
Porém, notem que apenas um nome difere essa zaga daquela que, ano passado, conquistou a América com brilhantismo, sofrendo apenas 4 gols em 14 jogos disputados: Castán, que foi pras Orópa - pois Chicão está apenas no estaleiro e, se Deus quiser, volta logo. 
O diferencial, portanto, parece estar mesmo é na proteção à zaga. Paulinho e Ralf, que, há 2 anos, compõem a melhor dupla de volantes do Brasil, ao que tudo indica, ainda não chegaram ao ano de 2013.
Se não melhorar o aproveitamento no ataque (que, até aqui, permanece tão pífio quanto em 2012), a coisa vai ficar complicada...

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Falando em ataque: por mais voluntarioso que seja o Jorge Henrique véio de guerra, não há mais justificativa para deixar Renato Augusto no banco. O cara, sempre que entra, melhora a criação e dá mais qualidade no passe.

Quanto ao Pato, então, a condição de reserva beira o absurdo. Pelo posicionamento, domínio de bola, capacidade de antecipação à zaga e poder de finalização, fica evidente que estamos diante de um cara diferenciado. Tem que jogar de qualquer jeito, esse aí!

Porém, para pô-lo em campo, eu não tiraria o Guerrero em hipótese nenhuma. Não apenas tem feito aquilo que se espera de um pivô com extrema competência como, a qualquer momento, pode definir uma partida complicada com seu bom jogo aéreo.

Lamento, Emerson.

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E, falando em Emerson...

Respondam-me os astrólogos: quando é, afinal, que o trânsito do Sol em Leão na Casa 11 - em quadratura com Plutão em Escorpião na Casa 2 e em oposição a Saturno em Aquário na Casa 5 - deixará de influenciar negativamente na vida dos nascidos em 1º de Setembro de 1910?


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Curtas:

- Já que realmente teremos que jogar de portões fechados, algo nos impede de mandar esses jogos na Fazendinha ou até no CT Joaquim Grava? Seria a desmoralização suprema para a tal de Copa Libertadores...

- CR7, R49, DS10, RA25... Sou só eu que não consigo mais entender o noticiário esportivo ultimamente?

- Bin Laden era corinthiano!!!

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Segundo post

Este blog - projeto antigo, o primeiro solo em pouco mais de sete anos de experiência blogueira - não poderia ter saído do papel em momento mais oportuno, embora lamentável: desde 2005, pelo menos, que o Corinthians e seus torcedores não éramos tão covardemente atacados pelos abutres de sempre como fomos nos últimos dias.

A trágica e estúpida morte do garoto Kevin Espada deu-lhes o pretexto necessário - diria, mesmo, que avidamente aguardado. Afinal, convenhamos: pelo muito que se lê por aí (por exemplo, aqui, aqui, aqui e aqui), fica claro que essa gente, no fundo, está pouco se lixando para a perda de mais uma criança pobre boliviana; tampouco têm interesse algum em fazer com que esse incidente não seja apenas mais um no infindável histórico de tragédias vinculadas à Copa Libertadores: a única coisa que importa, de verdade, é não desperdiçar mais uma oportunidade vinda dos Céus para prejudicar, de todas as formas possíveis, o Sport Club Corinthians Paulista e sua Fiel Torcida.

Afinal, é o clubismo, exclusivamente, o sentimento que direciona esses pseudo-jornalistas quando diante de seus teclados. O ódio ao Timão é o que os guia. Sempre.
Pior ainda, contudo, é a legião de covardes anônimos que comentam sob a "matéria" assinada - açulados como cães raivosos, registre-se, pelo tal "profissional", que tem total responsabilidade sobre o perfil de público que atrai à sua página e que, nela, permite que se manifeste.

E, em meio a tanta barbaridade, a tanto desrespeito à vida do garoto, as opiniões lúcidas precisam ser aclamadas. Sobretudo quando partem de alguém inequivocamente não-corinthiano: o jornalista, são-paulino e filho de conselheiro do São Paulo Futebol Clube, Rica Perrone.

É por isso, lamentavelmente, que o segundo post deste blog será o exato oposto do que sempre sonhei: um ctrl+c / ctrl+v sobre o texto (certeiro!) de um torcedor adversário.

Segue:

Me engana que eu gosto


Você ai, sentado em seu PC, está realmente pensando em justiça ou querendo que o Corinthians se foda? Vamos falar a real, sem viadagem. Não tenho censura de editor, posso falar com você as vezes nesse tom. Somos íntimos, nos vemos todos os dias por aqui, podemos ser honestos um com o outro.
Teu problema é o Corinthians, o corintiano ou a “justiça”?  Se fosse do seu clube, um incidente, como tudo indica ter sido, você acharia justo seu time ser punido por um erro isolado?
Vamos separar as coisas de forma clara.
Quando se pune um clube de futebol por sua torcida é na tentativa de evitar que camuflados no meio de tantos eles façam algo coletivamente sem controle. Quando se identifica o torcedor que atirou um copinho no campo o clube não é punido, mas sim o torcedor. Porque? Porque acharam o culpado e portanto não precisam mais fazer “terrorismo” para impedir que outros façam igual.
Uma situação é “justiça”, a outra é pra causar medinho. Clube de futebol não tem que ser punido por ação nenhuma de torcedor nenhum. Existe uma lei e ela precisa ser seguida. Ela diz que o cidadão que comete um crime responde por ele. Ponto. Se ele torce pro Vasco, pro Osasco ou pro Manchester é problema dele.
Se um sujeito nervoso porque brigou em casa quebra tudo na rua e machuca alguém, a mulher dele vai presa por tê-lo irritado? Não. Então, o clube não tem que pagar por atos de violência isolados, ainda mais fora de seu estádio, onde sequer a segurança é de sua responsabilidade.
Até onde sabemos, foi um incidente. O rapaz não teve intenção de machucar ninguém e errou o disparo do sinalizador.  Permitida a entrada de fogos no estádio, ele errou, vai responder, e deve responder. Mas entre cometer um erro fatal e ser criminoso existe uma diferença.
Na praia, no ano novo, se seu pai errar o rojão e acertar alguém ele é responsável, não um criminoso. E o rapaz que fez isso ontem, pelo que todos relataram, é responsável, não um marginal afim de machucar alguém.
Sendo preso, como foi, não tem nada que o clube ser punido. Se querem justiça, vamos questionar porque tinha 20 mil fogos dentro do estádio? Vamos falar sobre segurança, sobre polícia, revista, regras do que pode ou não entrar no estádio. Mas não vamos falar em assassinato, Libertadores, Corinthians.
Que importa o time do sujeito? Que diferença faz se ele é corintiano ou se vendia pipocas? Ele errou, vai responder, foi identificado, ponto.  Levar isso até o clube e tentar atrelar uma coisa a outra me parece mais uma forma de torcer pro rival ser eliminado de um torneio do que por justiça.
Injustiça seria um erro, ou mesmo se fosse um crime brutal, individual condenar 30 milhões de pessoas a pagar por ele.
Justiça? É isso mesmo que estamos discutindo? Ou é clubismo barato em busca de foder o rival?
A pessoa foi detida. O estádio é fora do Brasil, ao que tudo indica não foi um ato de vandalismo, mas sim um incidente.
Cadê a justiça em tirar um clube de futebol de um torneio por isso?
Sejamos honestos, e menos burros.
Amanhã, meu caro, se o Joãozinho atirar um copinho e acertar a testa do jogador adversário, quem não vai mais ao jogo ver seu time é você. Porque ao invés de pedir justiça, estamos cobrando atitudes de grande impacto.
São coisas diferentes.
Que se faça justiça com o responsável pela morte do garoto. Seja ele corintiano, judeu, negro, nordestino ou alemão.
Mas justiça é quando o responsável é identificado e responde pelo que fez. Não quando na falta de um culpado resolvem culpar todos que estavam em volta.
Isso é covardia, não justiça.

RicaPerrone



sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Jihad

Jihad porque, mais que a paixão por um clube, o Corinthianismo é a luta diária do amor contra o ódio, da fé contra a descrença, da devoção contra o despeito, dos oprimidos contra os opressores, do Santo Guerreiro contra o Dragão da Maldade.

Jihad porque, hoje,  como ontem e sempre, somos nós contra eles e todos eles contra nós.

Jihad porque nosso credo preza pelo proselitismo:  todo corinthiano deve, ao longo de sua existência, assegurar a salvação da alma de ao menos um infiel, convertendo-o ao Corinthianismo.

Jihad porque, em defesa de nossa história, nossas cores, nosso escudo, nosso hino e dos sagrados valores do Corinthianismo, fomos chamados à batalha. Uma batalha pacífica, realizada pela pena – jamais pela espada;  travada por meio de palavras e cânticos, fardamentos e bandeiras, sentimentos e vibrações.

Tudo para que os 11 guerreiros agraciados com a honra de pisar o gramado em defesa de nossa Fé possam, com a benção de São Jorge, por mais um dia realizar o grandioso destino do Time do Povo: ser, da gente, o campeão.