segunda-feira, 11 de março de 2013

Basquete também pode ser "business", Sr. Mário Gobbi


O Corinthians contará com um elenco de estrelas se decidir reativar suas atividades no basquete profissional. Pelo menos essa é a vontade de alguns dos principais atletas do país. Corintianos de coração, jogadores da seleção brasileira como Leandrinho, Alex Garcia e o norte-americano Larry Taylor se colocam à disposição e torcem para que o clube do Parque São Jorge aumente a lista de gigantes do futebol com equipes também na modalidade.
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O primeiro a manifestar interesse em defender o Corinthians em um futuro próximo foi o ala-armador Leandrinho. Em entrevista à rádio Bradesco Esportes FM no início do ano, o jogador da NBA disse que "compraria a passagem na hora e viajaria para negociar" se o clube anunciasse seu retorno ao basquete. A proximidade da família também contaria a favor da equipe do Parque São Jorge.
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Jogar no Corinthians também é o sonho de dois estrangeiros que atuam no Brasil. O norte-americano Shamell, do Pinheiros, não esconde o desejo de defender o clube que aprendeu a gostar desde que veio para o país em 2008.
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Outro "gringo" que se dispõe a defender o Corinthians é o armador Larry Taylor, do Bauru, que se naturalizou brasileiro na temporada passada para defender a seleção nas Olimpíadas de Londres-2012. 
A 'seleção corintiana' poderia aumentar ainda mais se outros apaixonados pelo clube optassem por defenderem as cores do time do Parque São Jorge. Isto porque Marcelinho Huertas (Barcelona), Tiago Splitter (San Antonio Spurs) e Nezinho (Brasília) são outros jogadores fanáticos pela equipe.
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O Corinthians, porém, não tem planos de engrossar esta lista. Sem nenhum projeto para a reativação do basquete profissional, o clube aponta dificuldades financeiras e de logística como maiores entraves para montar uma equipe de alto rendimento.


"Não existe nenhum projeto sequer em estudo", frisou o diretor de esportes terrestres do clube, Fausto Bittar Filho. "O que algumas pessoas andaram publicando não é verdade. Se algum dia tivermos uma parceria interessante, podemos pensar. Só montaríamos um time se fosse para disputar o título e isso provocaria um dispêndio financeiro razoável. Também há um problema de logística, pois só temos um ginásio com medidas oficiais que é usado em dois períodos pelo futsal".

Leia a íntegra aqui.


Minha opinião: é absolutamente lamentável que, neste momento em que o basquete brasileiro busca - com relativo sucesso, aliás - se reerguer, o Sport Club Corinthians Paulista dê as costas a essa modalidade que tantas glórias já trouxe ao Parque São Jorge.

O Corinthians, com sua linda história nesse esporte e sua descomunal força dentro e fora de campo (ou de quadra), tinha tudo para capitanear esse processo de reestruturação que o basquetebol brasileiro vive hoje.

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