segunda-feira, 4 de março de 2013

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Algo em torno de 15 mil Testemunhas de Giovanni compareceram ao Ex-tádio da Vila Sônia para acompanhar o modorrento clássico de ontem. Um completo vexame dos Pequeninos da Vila, diga-se.

Já a torcida do Coringão, como era de se esperar, não decepcionou, esgotando os pouco mais de 2 mil ingressos disponibilizados e lotando a área que lhe era destinada. 
Contudo, fossem 25 ou 30 mil os lugares oferecidos ao Timão, tenho certeza,  a Fiel faria o mesmo - o que evidenciaria ainda mais a pequenez santista.

Os ausentes, porém, nada perderam. 

O Corinthians, mais uma vez, mostrou-se absolutamente desinteressado pelo Paulista. E os Pequeninos da Vila, novamente, mostraram-se altamente dependentes do dono do time - que, a cada dia, parece menos interessado em defender o maior clube da Baixada Santista.

Manda e desmanda: "aqui é tudo dominado, parça!"

De qualquer forma, é preciso registrar que o Timão foi visivelmente superior na partida. Como de costume, porém, mostrou-se incapaz de converter essa superioridade em gols. 
Afinal, só estufa a rede quem finaliza, certo? Parece óbvio, isso, não?? Para nós, pode até parecer, mas não para os comandados de Tite...

De positivo na peleja, apenas o ótimo desempenho de Gil (que, felizmente, aos poucos vai calando minha boca), a onipresença de Renato Augusto (para mim, o melhor em campo) e a boa movimentação de Alexandre Pato.

Chamou minha atenção, ainda, o  posicionamento do Guerrero, que atuou quase como um meio-campista. Não gostei! Enfiado na área, o peruano é siempre peligroso; fora dela, contudo, não passa de mais um caneludo se estranhando com os volantes. Fez bons desarmes e tal, mas... porra, o cara é um centroavante!!
Espero que tenha sido apenas coisa de clássico; função tática pontual, para se pôr na conta da tradicional cagabilidade do Seu Adenor. Porque, se isso indicar uma tendência, ele vai matar o futebol do cara.

Com o resultado de ontem, o quinto empate consecutivo no Paulista, seguimos na oitava colocação - o que só corrobora com a tese de que o time botou o regulamento debaixo e estabeleceu suas prioridades na temporada. 
Se a fase classificatória terminasse hoje, contudo, teríamos uma desgastante (e desnecessária) quarta-de-final contra os bambis. Tem de ver isso aí.

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E, com o jogo de ontem, Neymarketing mantém a escrita de nunca, jamais em sua ainda incipiente carreira, ter feito uma partida ao menos convincente contra o time que sua pequenina torcida considera como o maior rival. 
Ok, marcou o gol da vitória naquela final de Paulista onde o Bracinhos de Jacaré aceitou um quase despretensioso "recuo de bola" do atacante boqueirense... Mas isso aí, convenhamos, fica na conta do Julio César, não na dele.

De modo que sou levado a questionar (e perguntar ainda não ofende): seria o Chicken Little da Baixada - que o marketing santista,  pateticamente, insiste em rivalizar com ninguém menos que Lionel Messi (hahahahaha!!!) - ao menos comparável a jogadores do calibre de Edmundo, Marcelinho Carioca ou, até mesmo, ao namoradinho do Zeca Camargo? 

Fica a pergunta...

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E, agora, vam'bóra para Tijuana, en la frontera, jogar soçaite... Acho muito curioso o fato de que, há anos, todo jogo do Timão na Libertadores é precedido por um clássico no Paulista. Já repararam?

Como também acho curioso, aliás, ver os Pequeninos dizendo que a punição que os forçou a jogar o clássico fora da Vila dos Chinelos (ou seria das Moedas?) foi orquestrada pelo "Time do Mal", etc. 
Afinal, convenhamos: se o objetivo dos corinthianíssimos Marco Polo Del Nero e José Maria Marin era tirar o Santos da Vila com o intuito de prejudicá-lo contra o Timão, a FPF poderia muito bem ter feito isso já na elaboração da tabela - que, nos últimos quatro anos, sempre é bom lembrar, estabelece que os duelos em turno único entre o Corinthians e as Sereias sejam disputados naquele pardieiro infecto da baixada.

Na boa: cara de pau tem que ter limite, né?!? Afinal, como dizia o finado Bezerra, "malandro demais vira bicho".

* * * * *

Ontem, salvo engano de minha parte, o Coringão, pela primeira vez em sua gloriosa história, disputou um clássico vestindo um terceiro uniforme - a insossa camisa cinza da Nike.
Além de atrair zica (cadê a mística camisa listrada, porra?!), isso aí de usar camisa alternativa em clássico é coisa de time pequeno. Vide o time do Odir Cunha, que passou todo o ano de 2012 jogando de uniforme azul calcinha contra a gente...

Tem de rever isso aí também.

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Aos poucos, os abutres da mídia vão mudando de assunto... 



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