domingo, 14 de julho de 2013

Para depenar o Galo

Escrete escalado: iremos de Cássio; Edenílson, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf e Guilherme; Ibson, Romarinho e Alexandre Pato; Paolo Guerrero. 

No banco, a novidade fica por conta da presença do recém-contratado Jocinei.

Em que pese a estranha - porém, quase inevitável - solução encontrada por Tite, que optou por centralizar Romarinho na armação, acredito que assistiremos a uma bela vitória corinthiana, logo mais, no Pacaembu. Afinal, classificado para a decisão da Cucaracha, o adversário virá completamente desfigurado nos enfrentar - iniciando a partida, muito provavelmente, com apenas um jogador considerado titular.

É jogo para vencer com autoridade e embalar de vez no campeonato.

VAI CORINTHIANS!

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Nos últimos dias, inconformados com o vergonhoso episódio do apagão no Estádio Independência, não foram poucos os corinthianos que passaram, de antemão, a desvalorizar um possível título do Atlético Mineiro na Copa Libertadores. 

Parêntese: digo possível, vejam bem, e não provável, porque: 1- não podemos nos esquecer de que o bom time do Galo é comandado pelo maior loser da história do futebol brasileiro e; 2- o adversário do clube mineiro parece entender do riscado nesse torneio varzeano: nada menos que 3 títulos em seis finais disputadas. Fecha parêntese.

Mas será mesmo que convém apontarmos para os adversários as mesmas armas de que a canalhagem anti-corinthiana se utiliza na tentativa de nos atingir? Precisamos disso, será? 
A propósito, lembro-me de que corei de vergonha quando, na primeira partida após o título da Cucaracha, ano passado, ouvi parte considerável do Pacaembu cantando que "Libertadores, o Botafogo nunca viu"...

Ok: fôssemos nós os promotores da "queda do disjuntor", ou de manobras de bastidores como essa que, tudo indica, levará a final da Cucaracha 2013 para um estádio cuja capacidade está muito aquém da exigida em regulamento, a reação da abutraiada atingiria 9,7 graus na escala Richter. Tenho certeza disso.

Como tenho certeza, também, de que realmente estamos - como, costumeiramente, proclamamos - acima de tudo e de todos. Cabe-nos matar situações como essa no peito, portanto. 

A não ser que ocorra alguma Amarillada muito escandalosa na final, caso nosso adversário de hoje à tarde venha a se tornar campeão continental, será merecedor de todo o meu respeito.

* * * * *

Após longa novela, finalmente fechamos com o zagueiro Cléber, da Ponte Preta. Por R$ 6 milhões, Corinthians e Grupo DIS adquiriram 80% dos direitos econômicos do atleta - sendo que, destes, apenas 20% pertencerão ao Timão, ficando o restante com o grupo de investidores.

Enquanto isso, a Roma acaba de vender o futuro capitão da seleção brasileira na Copa de 2018 por nada menos que R$ 104 milhões, desembolsados pelo Paris Saint-Germain. Cada vez que penso na obscura negociação que selou a saída de Marquinhos do Corinthians, quase que deixo escapar uma lágrima.

Em meio a tantos inegáveis avanços ocorridos no Parque São Jorge de 2007 para cá, fica, destes episódios, a triste constatação de que certas coisas não mudam nunca.

3 comentários :

  1. Grande Zé !!! Hoje, os melhores times da libertadores 2013 se encontram. Se não tivessem garfado o Corinthians, seria uma bába.

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    1. Ave, César!! Cara, mesmo não apresentando o mesmo nível de 2012, é fato que o Timão detinha - ao lado do Galo - amplo favoritismo nessa Libertadores.

      Uma pena... mas bola pra frente!

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  2. Legal a escalação. Mas Ibson dói a boca na hora de falar (não combina mesmo)

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