sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

O gigante acordou!

Prezados jihadianos! Na última quarta, no nosso estádio de fato e não de direito, conseguimos daquelas vitórias animadoras que parecem atestar a nossa reação no campeonato. Fazia tempo que não emendávamos três vitórias seguidas! Fundamental para dissipar todas as descrenças, que eu acredito não terem sido um sentimento entre as hordas corinthianas. A série de maus resultados serviu para mostrar a alguns corinthianos que o trabalho de renovação do Mano não seria tão simples assim, que não era só afastar os "paneleiros" e colocar outro no lugar que as coisas iriam funcionar automaticamente. Era preciso tempo e paciência. Com o novo-velho treinador e com os jogadores.

O Corinthians que será concebido nas próximas rodadas será diferente daquele que vimos nas mãos do Adenor (e eu não me refiro àquele time modorrento do segundo semestre) e também daquele que o próprio Mano comandou no maravilhoso primeiro semestre de 2009. 

Esse novo Corinthians começa a se desenhar com Cássio no gol. Quando se machucou o ano passado, alguns devem ter achado que, diante das boas atuações de Walter, o herói da Cucaracha e do Mundial amargaria o banco por um longo tempo. No entanto, os maus resultados no estadual convenceram ao treinador a reconduzi-lo a meta corinthiana. Confesso aos amigos que não sei se o Walter foi tão mal naqueles jogos. Talvez o Mano tenha preferido a maior experiência de Cássio no derby, evitando queimar um bom reserva. Na lateral direita, Fágner. Fraco na marcação, mas bom no apoio. Pelo menos no Vice da gama foi assim. Engraçado: quantas vezes lemos por aí críticas à diretoria por ter deixado esse moço escapar em outras épocas? O miolo de zaga deve ser a meia muralha negra – Gil e Cléber ou Cléber e Gil. Na lateral esquerda, Fábio Santos deve manter o seu reinado – assim que se recuperar da contusão. Incrível como Fábio Santos, que tem suas qualidades, se mantém diante da vulnerabilidade de seus concorrentes. Se bem que o Uendel me parece ser mais eficiente no apoio.

O meio de campo por enquanto vai de Ralf, Bruno Henrique, Guilherme e Jádson, mas existe a possibilidade de sair um dos volantes para a entrada do recém-contratado Luciano – isto para aquelas partidas em que o adversário não exija muitos cuidados defensivos. Se bem que não é porque um time atue com três volantes que ele venha apelar para o defensivismo exagerado. O jogo contra o time do chiqueiro foi um exemplo. E o ataque, finalmente deve ter a dupla Romarinho e Guerrero ou Romarinho e Luciano.

Foi com este time que o Corinthians logrou obter a sua terceira vitória no campeonato e pelo placar mais elástico. Se bem que até os últimos instantes o jogo tava com a mesma feição dos jogos anteriores, vantagem no placar, mas com o adversário vindo pra cima e podendo empatar a qualquer momento. Vocês sabem como é o futebol e – aqui vai uma pitada de superstição – este time de Ribeirão Preto tem tradição em complicar para o nosso lado. No entanto, diferente dos jogos anteriores, o Corinthians frequentava mais o campo ofensivo. Marcava o adversário no seu campo  adversário que, por sinal, era bem ruinzinho. Daí não honrar a tradição.

O jogo de quarta mostrou os dois lados da carreira de um jogador. De um lado, o drama de Guerrero, que em má fase não consegue encontrar o caminho do gol. Do outro, a  estrela de Luciano que fez sua estréia de fato e guardou dois gols. E foi justamente para dar lugar ao quase estreante que Guerrero saiu machucado. Embora admirador do técnico anterior, acredito que fosse ele ainda o treinador, o escolhido para entrar no lugar do peruano fosse o Danilo e não o Luciano. Como o técnico agora é o Mano, o moço que veio do Avaí entrou e logo em seguida abriu o marcador num lance de puro oportunismo. No gol que assegurou a vitória, ele mostrou calma e categoria. Tudo bem que foi apenas um jogo, que ele pode ter tido sorte, que o adversário deu mole, mas... por que não acreditar que conseguimos contratar mais um bom jogador? Luciano e Bruno Henrique podem ser daqueles jogadores que o nosso amigo César não aprecia muito, mas que caem no gosto do torcedor. Não é sempre que isto acontece é verdade, mas não custa nada sonhar e torcer. 

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1- Dia desses, eu li por aí alguns torcedores tentando diminuir o Mano Menezes e o Adenor com a teoria de que ambos não haviam conquistado nada de importante antes de assumir o Corinthians. Este “importante” eu acho meio duvidoso, pois para mim todo título é importante. Mas supondo que isto seja verdade....... que bom que o Corinthians tenha a capacidade de alçar técnicos de competência questionável ao topo. 

2- Oswaldo Brandão foi campeão paulista de 77 comandando um time que foi montado pelo seu antecessor, o Duque. Aliás tem um vídeo no iutubi de um antigo programa da Globo – o Copa do Brasil  em que Duque fala a este respeito. Então, não tem nada demais o Tite ter sido campeão da Cucaracha e do Mundial com um time praticamente montado pelo Mano. 


(Com razão ou sem razão, o Corinthians tem sempre razão)

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Qualificando o elenco

Este blog - que, discretamente, completou seu primeiro ano de vida no último sábado, dia 22 - viveu, tal como o Corinthians de Tite, um 2º semestre de 2013 absolutamente preguiçoso e modorrento. Seu, então, único autor, aparentemente em estado de absoluta prostração, abusou do direito de agir com indolência, deixando sempre para amanhã o que precisava ser dito ontem.

Ciente da insatisfação da torcida, porém confiante de que também a ele a mera mudança de comissão técnica traria ânimo novo, o então solitário blogueiro resolveu apostar tudo no início de 2014 - que, contrariando suas previsões, ao menos por aqui, começou na mesma pasmaceira em que 2013 havia terminado.

Finalmente, precisou reconhecer que havia algo de errado em seu planejamento... afinal, já passava da hora de promover uma cirúrgica reformulação no elenco, qualificando-o.

Portanto, senhoras e senhores, que soe a tradicional sirene: a Jihad Corinthiana, orgulhosamente, anuncia seus reforços para a temporada que se inicia!



João Luís

Meia-direita veloz e habilidoso, João demonstra absoluto domínio dos diversos fundamentos do esporte bretão. Sempre equilibrado, é daqueles que, no apoio à marcação, desarmam o adversário com extrema classe, sem jamais apelar para faltas. 
Uma vez com a bola nos pés, contudo, parte invariavelmente para o ataque - ora distribuindo passes milimétricos, ora disparando contra a meta adversária com força e precisão.

Será, de hoje em diante, senhor absoluto de nossa sagrada camisa 8 - a mesma que já vestiu Luizinho, Sócrates e São Basílio.


Múcio Rodolfo

Autêntico armador, Múcio combina a fleuma dos craques do passado e a versatilidade dos jogadores modernos. Verdadeira enciclopédia do Corinthianismo, é do tipo que domina a bola no peito apenas para que não reste dúvidas de que realmente entende, e muito, do riscado. 
Meia experimentado, cobiçado por inúmeras equipes, demonstra pleno conhecimento das imperfeições dos gramados por onde costuma se exibir, sempre submetendo-os à sua refinada técnica.

Múcio é, inegavelmente, um camisa 10.


Aos novos titulares deste time, nossas cordiais boas-vindas!

Saudações corinthianas, senhores! A casa, mais do que nunca, é de vocês.

Mano Menezes, 10 rodadas depois

Pareceu uma eternidade, mas, enfim, chegamos ao final do período de adaptação projetado pela nova comissão técnica. Faz-se necessária, portanto, uma breve avaliação do trabalho realizado até aqui.

Encarregado da hercúlea tarefa de substituir um dos treinadores mais vitoriosos da história do Timão, Mano deu início à sua segunda passagem pelo clube cercado por desconfiança e tendo de enfrentar uma evidente má vontade de setores significativos da torcida.
Em que pese o fracasso de seus trabalhos mais recentes, é de se espantar que um treinador com o bom histórico que ele construiu em sua primeira passagem pela casa encontre, já de início, tamanha rejeição. Não é preciso muito esforço para perceber que, nos blogs e redes sociais, muitos preferem se lembrar dele mais pela obscura relação com o empresário Carlos Leite que pela montagem da sólida base que, anos depois, levou seu sucessor ao topo do mundo; mais pelas contratações de Souza, Bóvio e Perdigão que pelas vindas de Chicão, Willian, Leandro Castán, Alessandro, André Santos, Cristian, Elias, Jucilei, Ralf, Paulinho, Douglas (aquele, da primeira passagem), Jorge Henrique, etc.

Diante de tal cenário, Mano provavelmente entendeu ser necessário espantar o quanto antes o fantasma do antecessor, transformando-se, para isso, numa espécie de antípoda do Seu Adenor. Acreditou, muito provavelmente, que o sistema defensivo herdado de Tite fosse sólido o bastante para que pudesse queimar algumas etapas. Infelizmente, porém, ao já chegar expondo a zaga, fez com que as deficiências viessem à tona.

Num primeiro momento, não de forma tão evidente, é verdade. Aos trancos e barrancos, pois ainda sem um sistema bem definido, o time obteve êxito nas 2 primeiras rodadas do Paulistão, contra Portuguesa (f) e Paulista (c), enchendo de otimismo os torcedores mais simpáticos ao velho novo treinador – este que vos escreve, inclusive. 
Contudo, um tropeço em casa na 3ª partida oficial do ano, diante do São Bernardo, acenderia o sinal de alerta para a hecatombe que ainda estava por vir: a acachapante goleada sofrida naquele pardieiro infecto da baixada, por si só, já teria severos efeitos sobre o psicológico dos atletas; não havia necessidade alguma de, dias depois, as organizadas arremessarem o grupo num abismo, da maneira estúpida como fizeram. 
Os três resultados seguintes – derrota para Ponte Preta (f) e Bragantino (c), além de empate diante do Mogi Mirim (f) –,  portanto, não nos servem de parâmetro e devem ser creditados exclusivamente na conta dos vida loka, ponto.

Porém, o mesmo episódio que tirou de Mano e seus comandados o ambiente de trabalho (mais que isso, aliás; de Danilo, dizem, foi tirada até a segurança de seus familiares), paradoxalmente, também criou as condições objetivas para a troca de Alexandre Pato por Jádson – negócio risível se analisado exclusivamente pelo viés financeiro, porém que, tecnicamente, vem se mostrando essencial neste trabalho de reconstrução do time.

Pois Jádson, até então encostado nos Bambi, já chegou chegando: ao lado de Bruno Henrique (outro que se apresentou, fez um treino e, sem tremer, já foi pro Derby), o novo camisa 10 se encaixou com perfeição à frente dos 3 volantes, trazendo o equilíbrio que faltava ao, até então, um tanto despovoado meio-campo corinthiano. 
De quebra, ainda ajudou a recuperar o futebol de Romarinho – que, agora, vejam só, é artilheiro!

Desde então, somamos 7 pontos em nove possíveis. Melhor: mostramos, jogo a jogo, clara e sólida evolução, criando jogadas ofensivas de forma mais organizada e apresentando maior volume de jogo.

No empate por 1 a 1 diante dos Porco (c) - estréia de Jádson, Bruno Henrique e do novo e promissor sistema com 3 volantes -, o grupo, mesmo ainda esfacelado, visivelmente sob os efeitos da invasão do CT, foi capaz de  se impor, dominando a maior parte da peleja. 
O gol sofrido nos minutos finais da partida veio justamente para punir o – exagerado, porém, dadas as circunstâncias,  compreensível – recuo da equipe e a mexida errada de Mano, que entrou com Jocinei quando o mais lógico seria Danilo (se bem que agora é fácil dizer...). E, claro, também para lembrar o técnico de que sua escolha por Felipe para a vaga do banido Paulo André havia sido, de longe, a mais infeliz. Até Ralf improvisado seria preferível, ali; definitivamente, o tal de Felipe não tem o menor cacoete para o ofício da bola. 
Mas, disso, Mano ainda precisaria de mais um jogo para se convencer...

Parêntese: teimoso, sim, como sói acontecer com qualquer técnico; mas não empacado – e, às vezes, até birrento – como seu antecessor. Feche-se.

Nas duas rodadas seguintes – e, enfim, chegamos à décima -, boas vitórias sobre Oeste (f) e Rio Claro (c). E ambas, novamente, com apresentações inspiradas da dupla Jadson / Romarinho – confirmando que, ao menos ofensivamente, Mano parece estar no caminho certo.

O que pega de verdade, até aqui, está justamente nessa última ressalva: defensivamente, o desempenho do time tem sido assustador! Mesmo jogando contra equipes que, em sua maioria, quando muito frequentam as divisões inferiores do futebol nacional, nossa zaga já foi vazada em nada menos que 16 oportunidades – média de 1,6 gol sofrido por partida (!!!). 
Fosse no Brasileirão e o fumo já teria sido insustentável...

Defensivamente, nossos laterais são péssimos e, ofensivamente, ainda sobem de maneira desordenada (com Uendel um pouco pior que Fágner nos dois quesitos), de modo que a produtividade de ambos no apoio ainda não chega a justificar as alamedas que eles têm deixado às suas costas.
Ralf nunca mais foi o mesmo na proteção à zaga e, como é de domínio público, jamais será aquele volante que sabe sair jogando - como é tão ao gosto do novo treinador. Aparentemente, ainda está tentando se encontrar em campo e, talvez, seja mesmo absolutamente incapaz de se situar nesse sistema que o exige mais adiantado.
Algo me diz que, com o retorno de Renato Augusto (um dia, será?), o banco acabará sobrando justamente para ele. Triste, claro, por tudo o que Ralf representa em nossa história recente... mas c’est la vie.

Em meio a esse cenário, Gil – que, até ontem, ainda tinha o tal de Felipe ao seu lado – se viu na necessidade de jogar por quatro e, humano que é, desesperou-se. Quem sabe com a recente entrada de Cléber (de quem ainda desconfio, diga-se), o miolo de zaga não se estabilize um pouco mais?

Em suma, a principal missão de Mano Menezes neste momento, quem diria?, consiste justamente em acertar o sistema defensivo antes que tenham início Brasileirão e Copa do Brasil. Isto feito, e com os retornos de Renato Augusto (um dia, será??) e Paolo Guerrero (se benze, meu filho!!), teremos um belo quarteto ofensivo e totais condições de brigar por título, sim.
Agora, por qual título, isso vai depender – e muito – das contratações que serão feitas (serão?) para o segundo semestre. Hoje, não temos mais um elenco, mas apenas 14 ou 15 jogadores em condições. O suficiente, talvez, para a Copa do Brasil, mas muito pouco para a maratona de 38 rodadas do Brasileirão.

Aposto no tetra da Copa do Brasil e, conseqüentemente, numa campanha preguiçosa e mediana no Campeonato Brasileiro - tal como em 2009.
Já para esse primeiro semestre, não me arrisco em prognóstico algum. Esse Paulista, como costuma dizer um velho amigo meu, "tá escuro"...


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E que falta faz Chicão nessas horas, hein, (M)mano?

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Extra! Extra! Extra!

Mais de 100 membros da Gaviões da Fiel invadiram os vestiários do Centro de Treinamento do Corinthians, por volta das XXXX. A polícia teve trabalho e foi obrigada a negociar a saída dos torcedores. Os jogadores não conseguiam deixar os vestiários. Um dos motivos do tumulto seria XXXXXXX XXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXX.
O XXXXXX dia do técnico XXXXXXX XXXXXXX no Corinthians foi bastante tumultuado.
Nem bem assumiu o time, o treinador já começou a enfrentar a ira dos Gaviões da Fiel, que não concordaram com a contratação de  XXXXXXX XXXXXXX e pediam que XXXXXXXXXX (XXXXXX XXXXXXX XXXXXXXXXXXX) assumisse a equipe.
Às XXXX, cerca de XX membros da torcida foram para porta do Corinthians fazendo protestos, ameaças e até agressões. A primeira vítima foi XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX. O jogador teve o seu carro, um XXXXXXXXX, atingido por um ovo. Assustado, XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX largou o veículo na entrada do estacionamento dos jogadores e foi direto para o vestiário sem falar com os repórteres.
Do lado de fora, XXXXXXXXXXXXX, ex-presidente da Gaviões da Fiel, justificou a ira dos torcedores. "Viemos aqui para cobrar, queremos que o XXXXXXXXXX, XXXXXXXXXXX, XXXXXXXXX e XXXXXXXXXXX assumam responsabilidades. Eles XXXXXXXXXXXX e acabamos sendo XXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXX XXXXXXXX. Queremos o XXXXXXXX XXXXXXXXXXXX fora do Parque São Jorge. Sei que o XXXXXXXX XXXXX (presidente) não quer que o XXXXXXXX XXXXXXXXXXXX saia. Mas vamos ver quem é mais forte aqui dentro".
O jogador XXXXXXXXXXXXXX também enfrentou o tumulto na hora de entrar no clube e quase foi agredido. "Essas pessoas não mandam nada aqui e não sabem nem o que está acontecendo. Muitos nem são torcedores. É um absurdo os jogadores ficarem amuados por causa desses arruaceiros", disse XXXXXXXXXXXXXX.
O novo treinador também não foi poupado de uma "conferência" com os torcedores. Conduzido por seguranças, XXXXXXX XXXXXXX teve que ouvir uma verdadeira palestra dos Gaviões.
"Eles, os jogadores, ganham muito e este ano só ficaram na noite, isto tem que acabar aqui no Corinthians. Você é competente, já mostrou isso e de agora em diante terá de nos escutar", sustentou XXXXXXXXXXXXXXXXX, o XXXXXXXXXX, atual presidente da Gaviões da Fiel.
XXXXXXX XXXXXXX, constrangido balbuciou algumas palavras. "É importante o apoio de vocês. Vamos fazer de tudo para que nosso trabalho tenha sucesso", disse. E caminhou de volta para o vestiário, cercado por seguranças.
Depois de muita confusão, o clube montou uma comissão (incluindo o jogador XXXXXXXXXXX, o presidente do Corinthians e o novo treinador) para receber os Gaviões enfurecidos. Os ânimos foram mais amenos no encontro, mas as cobranças continuaram.
Os torcedores se disseram revoltados com XXXXXXX XXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXX XXXX. Eles alegaram que XXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX. Para fundamentar a reclamação, os Gaviões citaram o exemplo XXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXX.